18 de Junho de 2013

 

 
O HCB falhou a liderança provisória do Moçambola 2013 ao empatar sem golos em casa diante da aguerrida equipa de Desportivo de Nacala.
 

Com o nulo, os “hidroeléctricos” deixaram de aproveitar a ausência da dupla da frente, nomeadamente Ferroviário da Beira e Chibuto, curiosamente igualados a 21 pontos, para assaltar o comando. À semelhança da 12.ª ronda, a 13.ª também foi amputada devido aos compromissos da Selecção Nacional, sendo que, por via disso, Maxaquene, Liga Muçulmana, Vilankulo FC, Ferroviário e Costa do Sol não entraram em cena.

 

 

Entretanto, o HCB continua em terceiro, agora com 20 pontos. Destaque vai também para o Têxtil, que ao golear o Estrela Vermelha da Beira (3-0) saiu do penúltimo lugar para o nono, agora com 15 pontos. Por sua vez, o Chingale foi a Nampula vencer o Ferroviário por 2-1, e pulou do 10.º lugar para o sétimo. 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:20

O HCB perdeu a chance de liderar o Moçambola ao consentir, em casa, um empate a zero bolas no seu estádio perante o Desportivo de Nacala

 

A turma da casa entrou a jogar abertamente ao ataque facto que a permitiu chegar vezes sem conta ao reduto do adversário. Teve logo no início três pontapés de canto.  

 

 

O Desportivo de Nacala não se assustou pela pressão e, na medida do possível, acompanhou cuidadosamente os passos do adversário com objectivo de o surpreender. Foi assim que num esquema de controlo directo, os atletas de Nacala começaram a concentrar o seu futebol no meio campo do adversário, transformando-o numa autêntica passagem de nível, porque nem Aurito e muito menos Ussama tinham o poder de domínio da bola.

 

 

O primeiro lance vistoso foi aquela em que Tawinha fez mau atraso para Víctor, tendo a bola chegado aos pés de Fabrice, que, da linha do fundo, cruzou contra o corpo de Délcio, tendo o esférico escapado para fora. Na cobrança, Antoninho, cruzou para Jacob atirar de cabeça para as mãos de Víctor.

 

 

Inconformado com os acontecimentos dentro do rectângulo do jogo e sem apoio do seu público, devido ao castigo que lhe foi imposto pela Liga Moçambicana de Futebol, o HCB jogou de forma atabalhoada com bombardeamentos para a área. Na sequência deste estilo de jogo, teria aberto o marcador aos 43 minutos, por intermédio de Ussama. Infelizmente a bola tocou no cotovelo do jogador tetense, antes de finalizar. O árbitro estava perto, tendo invalidado o golo.

 

 

Veio a segunda parte com o Desportivo de Nacala já um pouco mais forte na defesa e no ataque, a equipa não conseguiu esboçar um fio de jogo convincente. Notava-se no rosto dos jogadores do HCB ar de cansaço e falta de motivação. Os tetenses vinham de uma derrota diante do Desportivo de Tete, que milita no provincial, e que desse modo lhes afastou da Taça de Moçambique.

 

 

O Desportivo de Nacala ia, por seu turno, queimando o tempo, facto que permitiu o crescimento do caudal ofensivo do HCB, que nos últimos dez minutos comandou o jogo e, se não conseguiu marcar, foi por falta de artilheiros. Por outro lado, devido à cortina defensiva montada pelos nacalenses.

 

 

Já no tempo de compensação, Jacob fez uma combinação com Fabrice e Babo. Este cruzou para Fanuel que, a escassos metros da linha de golo, atrapalha-se, chutando frouxo para a defesa de Víctor. Foi-se embora a soberba oportunidade da turma da casa de conquistar os três pontos em disputa. O HCB só pode se queixar de si mesma.Tirando um e outro erro, a equipa de arbitragem, comandada por Mário Tembe, esteve bem.

 

 

FICHA TÉCNICA



ÁRBITRO: Mário Tembe, auxiliado por Meque Machate e Teófilo Mungói. O quarto árbitro foi César Colar.

 

 

HCB - Soares; Antoninho, Gervásio, Mucuapele, Fanuel, Babo, Ussama, Aurito (Zuma), Jacob, Lewis e Fabrice.

 

 

DESPORTIVO DE NACALA – Víctor; Tawinha, Osvaldo, Rodjas, Délcio, Leo, Gito (Joa), Billu, Buana, Elfídio (Essimila), Daudo.

 

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartolina amarela a Buana.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:37

QUANDO de rompante o Ferroviário de Nampula fez o 1-0, num golo madrugador, tudo parecia resolver-se para os donos da casa. Mas enganou-se quem assim pensou, pois o Ferroviário, depois de ter marcado o golo, permitiu que o adversário se organizasse e controlasse o meio-campo.

 

O jogo ficou monótono, pois a emoção fugiu… e, ainda na primeira parte, o Chingale conseguiu a igualdade num golo que gelou o “santuário” do 25 de Junho, pois o público puxava pela equipa da casa. Aliás, o Chingale apanhou o adversário balanceado para o ataque, numa jogada de contra-ataque em que Tony apareceu sozinho dentro da pequena área, quando eram jogados 22 minutos, a restabelecer o empate.

 

 

No meio desta monotonia, o público acordou aos 38 minutos quando Vivaldo recebe a bola no meio-campo e galga terreno. Consegue driblar dois contrários e, descaído para a direita, remata forte para uma espectacular defesa de Goodfrey, quando se gritava golo nas bancadas.

 

 

Jogavam-se 44 minutos quando Jerry volta a criar das suas. Ensaia, dentro da grande área, uma finta e a bola foi à mão do defensor contrário. O fiscal de linha do lado direito levanta a bandeira para a marca do “penalty”, confirmado pelo árbitro da partida. Muita reclamação dos jogadores do Chingale que culminou com um cartão amarelo a Tony. Chamado a cobrar, Jerry atira para a figura do guardião dos visitantes, para mais uma desilusão do público nampulense que assistia de pé à marcação do castigo máximo.

 

 

Na segunda parte, o Ferroviário apareceu com maior quinhão atacante. Primeiro, aos 53 minutos, Massaua atirou ao poste e, depois, aos 61 minutos, Kalanga rematou para cima do travessão, quando tinha apenas o guarda-redes pela frente e depois de receber um passe atrasado.

 

 

 

As duas equipas pareciam conformadas com o empate. Para o Chingale, um empate arrancado fora de casa era um resultado positivo. Por seu turno, os “locomotivas”, jogando em casa, pareciam satisfeitos  e conformados com a situação. Porém, já em tempo de compensação, o Chingale fez o golo da vitória para a decepção do público presente.O trio de arbitragem não merece reparos. Esteve sempre em cima dos lances, embora nalgumas vezes denotando algum excesso.

 

 

FICHA TÉCNICA


FER. DE NAMPULA - David; Dombo (Neves), Vovote, Voster e Hipo; Geraldo (Vicent), Jerry, Vivaldo e Kalanga; Nando (Massaua) e Ernest

 

CHINGALE - Goodfrey; Elísio, Stélio (Omar), Rogério e Tony; Nelsinho, Zé, Silvério e Chirley: Bem Chengo (Age) e Clarêncio (Mário)

 

DISCIPLINA: cartão amarelo a Tony e Vovote, respectivamente do Chingale e Ferroviário

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:52

10 de Junho de 2013

O FERROVIÁRIO da Beira é o novo líder do Moçambola. Para lograr a proeza, os “locomotivas” de Chiveve foram a Tete vencer o Chingale por uma bola sem resposta no “derby” da zona centro, aproveitando-se do empate a uma bola consentido pelo Chibuto na deslocação à Beira onde jogou com o Estrela Vermelha.

 

Embora tenha os mesmos pontos que o Chibuto (21), o Ferroviário da Beira tem vantagem no confronto directo e no “goal-average”, sendo portanto o grande vencedor da 12ª jornada que se viu amputada devido aos compromissos da selecção, tendo sido realizados apenas quatro jogos, ficando adiados os restantes três, daí que a liderança dos “locomotivas” é à condição.

 

 

Além do triunfo dos “locomotivas” de Chiveve e a consequente ascensão ao primeiro lugar, a 12ª jornada ficou marcada pela goleada imposta ao Têxtil de Púngué por Vilankulo, resultado que faz com que os comandados de Chiquinho Conde fujam da zona da despromoção, onde ingressou condicionalmente o Ferroviário de Maputo que viu o seu jogo adiado. Por outro lado, o resultado afunda os “fabris” que ocupam actualmente o penúltimo lugar.

 

 

Em Nampula, o Desportivo de Nacala recebeu e venceu o Matchedje por duas bolas a uma, num jogo marcado por uma arbitragem bastante contestada de Ainade Ussene. Com este desaire, os “militares” vê a sua situação na tabela classificativa deteriorar-se, continuando no último lugar com apenas cinco pontos.

 

 

Enquanto isso, os “canarinhos” de Nacala subiram para o quinto posto com 18 pontos, confirmando a boa campanha na prova.

 

 

A próxima jornada, 13ª, reserva-nos o sensacional Ferroviário de Maputo-Maxaquene, o Ferroviário de Nampula recebe o Chingale. O líder Ferroviário da Beira defronta o renascido Vilankulo, sendo que o Têxtil de Púngué e Estrela Vermelha vão protagonizar o “derby” da cidade da Beira. O Chibuto mede forças com a Liga Muçulmana, a HCB terá pela frente o Desportivo de Nacala, enquanto o Costa do Sol recebe o lanterna vermelha Matchedje.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:32

VILANKULO FC venceu ontem em casa o Têxtil de Púnguè por quatro bolas sem resposta num jogo a contar para a décima segunda jornada do Moçambola 2013. O resultado, que até podia ter sido por mais golos, espelha claramente a superioridade dos donos da casa que produziram o suficiente para conquistar os três pontos importantes para afastar a turma de Inhambane da linha da água.

 

Foi o VFC que mostrou muito cedo a intenção de querer ganhar a partida, pois, nos primeiros cinco minutos os “fabris” da Manga não conseguiu sair da zona com a bola jogável, porque os pupilos de Chiquinho Conde fecharam todas as linhas de passe e partiam com perigo para a baliza à guarda de David. Aliás, neste período os anfitriões se beneficiaram de três pontapés de canto como consequência da pressão a todo terreno.

 

 

Aos quatro minutos, David nega um golo do Ali Cadre a sacar com uma palmada um desvio de cabeça. Aos nove minutos, David foi antecipado por Madeira que subiu no terreno para apoiar os seus colegas de ataque.

 

Entretanto, à passagem do primeiro quarto de hora, o Têxtil equilibra, procura organizar o seu jogo a partir do meio campo onde Gabito e Caio ganhavam as bolas, mas tudo não passou de outra intenção porque a bem organizada defensiva de Vilankulo limpava a área sem dificuldades.

 

 

A segunda parte começa com o segundo golo do Vilankulo de autoria de Santos que se estreou a marcar no Moçambola. Curiosamente Santos marca o seu primeiro golo à sua antiga equipa. O Têxtil não baixou os braços. Tentou lutar por reduzir a desvantagem e quiçá empatar a partida, mas porque o destino era a vitória dos donos da casa, quando os visitantes atacavam, Sergito marca o terceiro, quebrando definitivamente a força anímica que o Têxtil ainda manifestava nas quatro linhas.

 

 

Chiquinho Conde continuava de pé a orientar os seus jogadores para continuarem a atacar a baliza à procura do quarto golo que apercebeu com naturalidade aos 90 minutos por intermédio de Abílio numa altura para os “fabris” da Manga, o jogo demorava terminar. Antes do apito final, ainda houve tempo para mais golos que, entretanto, Santos, Michael e Mathombe não acertaram, no alvo nas oportunidades que tiveram

António Massango, um dos árbitros experientes do nosso futebol, realizou um trabalho positivo.

 

 

 

FICHA TÉCNICA  

 

 

ÁRBITRO: António Massango, auxiliado por Júlio Muianga e Carlos Manuel

 

VILANKULO FC: Abu, Félio (Norberto), Ali Cadre, Madeira e Sergito, Abílio, Cambula, Mathombe, Osvaldo (Pires), Machael e Tenday (Santos).

 

TÊXTIL DE PÚNGUÈ: David, Mano, Edgar, Koutur, Bebinho, Xirico, Caio, Gabito (Nuro),Marcy (Inácio),Taibo (Quimbo) e Avelino.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartão amarelo para Mathombe e Santos, ambos do VFC, e para Koutur, Caio e Taibo, todos do Têxtil de Púnguè.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:22

É ISSO. Quando a formatura policial é feita tardiamente, obviamente que as ordens também chegam tarde tanto aos agentes como nas próprias Esquadras. Foi isso que aconteceu ontem, na Beira, quando o Estrela Vermelha recebeu o Chibuto FC para o jogo do Moçambola, pois, só na etapa complementar é que os beirenses ‘’acordaram’’ a ponto de se constituírem numa verdadeira equipa e, fruto disso, empatar a partida já na ponta final, isto é, aos 90 minutos.

 

O Chibuto entrou à moda de líder, ou seja, a assumir se como dono de casa em terreno alheio ante um adversário que, a priori, deveria ser líder dentro do campo entanto que dono de casa.

 

 

Com um meio-campo mais adulto, os visitantes criaram sérios problemas aos ‘’policias’’ do Chiveve mas a não terem, tal como estes, uma clarividência atacante, sobretudo no remate final.

 

 

Enquanto isto, o Estrela Vermelha tentava a medida do possível chegar ao reduto recuado dos chibutenses mas sem nexo e muito menos objectividade, pois havia pressa demasiada em muitos lances.

 

 

Aos 34 minutos surgiu o golo do Chibuto FC. Contra-ataque rápido dos visitantes e um defensor local trava em falta um contrário á entrada da área. Chamado a cobrar o castigo, Johane fê-lo com mestria, como lhe é peculiar, e o guardião Tchandó nem sequer se fez ao lance porque em nada valia. Era o 0-1 para a festa dos afectos aos homens de Gaza, incluindo uma claque de cerca de 100 adeptos trajados a rigor.

 

 

Posto isto, o Estrela Vermelha tentou correr atrás do prejuízo mas de nada valeram as iniciativas individuais de alguns dos seus atletas, a exemplo do ‘’capitão’’ ‘Óscar. Havia, em suma, muita falta de clarividência e fraca interpretação táctico-técnico das jogadas construídas até ao intervalo.

 

 

No reatamento, a equipa da casa fez algumas alterações que, efectivamente, trouxeram algo vistoso para o sistema ofensivo. Houve, assim, frescura atacante e relançamento de esperança de algo positivo que iria acontecer, sobretudo quando Tualufo entrou em campo para o lugar de Luís.

 

 

Com o publico ávido e a puxar pelos locais, o combinado dirigido pelo técnico Rogério Tchapo, na impossibilidade de Abdul Omar assumir o ‘’banco’’ devido a suspensão, o Estrela Vermelha criou grandes dissabores ao reduto recuado dos treinados por Vítor Pontes pecando, muitas vezes na finalização.

 

 

Enquanto o Chibuto FC ia jogando à ‘’conta-gotas’’, sempre tentando puxar por Johane, a sua estrela, os locais engrossaram a sua linha ofensiva com jogadas bastante venenosas a ponto de aos 90 minutos numa jogada de contra-ataque que culminou com um cruzamento milimétrico do lado direito para o interior de área, surgir o cabeceamento vitorioso de Delfino (que também entrou a substituir Buda) para o gáudio dos beirenses. Foi grande delírio tanto por parte dos jogadores como do público não só afecto ao Estrela mas também presente no campo, dado que se tratava do golo da equipa de casa.

 

De nada valêramos quatro minutos de compensação dados pela arbitragem pois tudo acabou sendo o empate, numa partida em que os homens de apito tiveram um trabalho aceitável.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Arão Júnior, auxiliado por Baltazar Hilário e Paulo Justino. José Oliveira foi o quarto

 

E.VERMELHA: Tchandó, Johane, Santos, Hagy, Luís (Tualufo), Óscar, Carlos, Buda (Delfino), Bheu, Dário e Zuneid (Betinho)

 

CHIBUTO FC: Zacarias, Nito, Lolá (Belo), Palotão, Johane, Stanley, Mambucho (Gitinho), Nhabanga, Bush, Mustafá (Jossias) e Silva

 

Amarelo para Palotão

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Arão Júnior, auxiliado por Baltazar Hilário e Paulo Justino. José Oliveira foi o quarto.

 

E.VERMELHA: Tchandó, Johane, Santos, Hagy, Luís (Tualufo), Óscar, Carlos, Buda (Delfino), Bheu, Dário e Zuneid (Betinho).

 

CHIBUTO FC: Zacarias, Nito, Lolá (Belo), Palotão, Johane, Stanley, Mambucho (Gitinho), Nhabanga, Bush, Mustafá (Jossias) e Silva.

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:09

O VILANKULO FC goleou ontem, em casa, o Têxtil do Púnguè, por 4-0, em partida da décima segunda jornada da primeira volta do Moçambola-2013, uma ronda que ficou amputada devido à participação dos “Mambas” nas competições internacionais – apuramento para o Mundial-2014.

 

Com este desfecho, o representante de Inhambane fugiu dos lugares de despromoção e já está em nono lugar com 14 pontos.O Chingale, por sua vez, perdeu em casa emprestada, no Songo, com o Ferroviário da Beira, por 1-0. Aliás, com este resultado, os “locomotivas” beirenses comandam a prova, à condição, com 21 pontos, os mesmos do Chibuto, que ontem foi empatar na Beira a um golo com o Estrela Vermelha local.

 

 

O Desportivo de Nacala recebeu e venceu o Matchedje, em Nampula, por 2-1, num encontro descrito como polémico uma vez que o árbitro é acusado de ter beneficiado os nacalenses, inventando inclusivamente um penalte.

 

 

Apesar de a jornada não ter ficado completa, o Ferroviário da Beira e Chibuto comandam com 21 pontos, mais dois que a HCB e mais três que o Maxaquene, ambos não jogaram no fim-de-semana. A Liga Muçulmana soma 17 pontos, mas com vantagem de ter quatro jogos a menos.

 

 

O Estrela Vermelha segue com 16 pontos, enquanto o Ferroviário de Nampula tem 15. O Vilankulo FC soma 14. Depois segue um trio com 13 pontos. Trata-se do Costa do Sol, Chingale e Ferroviário de Maputo, este último já na zona da despromoção. O Têxtil do Púnguè é penúltimo com 12 pontos.

 

 

 

O Matchedje, com a derrota de ontem, enterrou-se ainda mais na cauda da classificação com apenas cinco pontos.A próxima jornada contempla os encontros Ferroviário de Maputo-Maxaquene, Ferroviário de Nampula-Chingale, Ferroviário da Beira-Vilankulo, Têxtil de Púngué-Estrela Vermelha da Beira, Chibuto-Liga Muçulmana, HCB-Desportivo de Nacala, Costa do Sol-Matchedje.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:15

07 de Junho de 2013

O TREINADOR do Estrela Vermelha da Beira, Abdul Omar, foi suspenso por três anos, acrescido de uma multa no valor de sete mil e quinhentos meticais, em virtude de ter agredido o árbitro Arlindo Silvano Nuvunga, no jogo da sexta jornada do Campeonato Nacional de Futebol, o Moçambola-2013.

 

A decisão é do Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol, tomada em sessão ordinária havida na quarta-feira. Em comunicado recebido na nossa Redacção, o Conselho de Disciplina acrescenta que o período de suspensão preventiva de que Abdul Omar foi alvo desde aquele fatídico jogo conta para efeitos desta deliberação, ou seja, Omar já cumpriu mais de um mês de castigo.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:38

A LIGA Moçambicana de Futebol (LMF), através do seu Conselho de Disciplina, deliberou não acolher a justificação da falta ao jogo da quinta jornada contra o Costa do Sol apresentada pelo Vilankulo.

 

A LMF alega que a situação descrita para justificar a falta não preenche os requisitos de circunstâncias de força maior, caso fortuito, culpa ou dolo de terceiro, nos termos do Regulamento Disciplinar da instituição, ajuntando que nem no ordenamento jurídico moçambicano se encontra uma definição geral do que seja força maior, nem caso fortuito.

 

 

 

Em comunicado, a LMF sustenta que no caso da falta de comparência cometida pelo Vilankulo, não existe enquadramento sustentado no caso de força maior, caso fortuito, muito menos na culpa de terceiros.

 

 

Mais, a deliberação avança que é questionável o relatório médico apresentado pelo clube de Inhambane, através do qual pretende demonstrar a condição física dos atletas e dos técnicos, porquanto a condição física é individual e nunca de grupo, mesmo que todos os integrantes do grupo fossem submetidos a iguais condições, cada integrante tem as suas condições pessoais.

 

 

A LMF diz ainda que no relatório não são apontados os indivíduos da equipa com problemas de fadiga ou stress e o nível desses problemas que cada um apresenta.

 

 

Em relação aos jogos às quartas-feiras, a LMF refere que as deliberações relativas à presente época desportiva do Moçambola foram tomadas na Assembleia-geral da Liga Moçambicana de Futebol e vinculam a todos os associados, as mesmas não foram impugnadas por nenhum clube, muito menos pelo próprio Vilankulo; pelo que não há espaço para imputar-se culpa ou dolo a terceiros pela execução do calendário da prova.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:35

AS emoções do Moçambola-2013 prosseguem este fim-de-semana (mesmo com a jornada amputada devido aos compromissos dos “Mambas”) com a realização de quatro jogos referentes à 12.ª jornada da prova, na qual o destaque vai, sem dúvida, para o duelo da zona centro que coloca frente-a-frente o Chingale e o Ferroviário da Beira, actual terceiro classificado, a apenas dois pontos do líder, Chibuto.

 

O jogo é de extrema importância para o Ferroviário da Beira que se vencer pode assaltar o comando, mesmo que seja à condição, enquanto, por outro lado, está o Chingale que procura um triunfo para se livrar do incómodo 10.º lugar que não fica longe dos lugares de descida de divisão.

Estes aspectos, aliados à rivalidade entre os dois conjuntos que reivindicam a hegemonia na zona centro do país, fazem do Chingale-Ferroviário da Beira o jogo mais aguardado da ronda, esperando-se casa cheia no campo da HCB, casa emprestada dos “canarinhos” de Tete em virtude da interdição do seu campo.

 

 

 

Mas a 12.ª ronda reserva-nos ainda interessantes desafios como a recepção ao Têxtil de Púngué pelo Vilankulo, duas equipas que estão abaixo da “linha de água”. O Vilankulo está a fazer um campeonato para esquecer e vê neste jogo uma oportunidade para dar um pontapé na crise de resultados.

 

 

O Têxtil, por sua vez, precisa de ganhar para o mais cedo possível conseguir a almejada manutenção, seu principal objectivo.O Estrela Vermelha da Beira, equipa que está a fazer um campeonato razoável, recebe o líder da prova, o Chibuto, num despique que pode colocar ainda mais isolada no comando a equipa de Gaza, caso triunfe.

 

 

Nas bandas do norte, o sensacional Desportivo de Nacala recebe o “lanterna-vermelha” Matchedje na ressaca do precioso triunfo diante do Costa do Sol, em Maputo, na última ronda. Todos os jogos decorrem domingo às 15:00 horas.O “clássico” Ferroviário de Maputo-Costa do Sol, o desafio Maxaquene-Ferroviário de Nampula e Liga Muçulmana-HCB foram adiados para o dia 23 por causa dos compromissos da Selecção Nacional.

 

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:32

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